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Por que eu tremo

Por que eu tremo Cubro-me com que tenho Por que eu tremo Cachaça não é água, mas é fogo ardente Por que eu tremo Enrosco-me em notícias quentes, timbradas no jornal Por que eu tremo Frio marca o tempo, o vento é mais gelado Por que eu tremo Sem banho não a resfriado, mas fico gripado Por que eu tremo Não estou dentro, vivo fora  Por que eu tremo Sem dinheiro, fome e aconchego Por que eu tremo O inverno é inferno, rezo pelo verão Por que eu tremo Tento e lembro que a noite será novamente ao relento. Escrito por Cícero Ribas

Correria dura do dia dia

Amanhece já é dia O sol me desperta embora ousa o despertador Puxando - me para fora Frio não quero, mas devo Por que tenho que trabalhar Banho renova- me O caminho é longe as vezes cansa Rápido, café pela estrada Fila tenebrosa paciência O jeito é esperar Por que tenho que trabalhar Horas de espera Não se senta no metro Cidade grande é correria Caus.do dia dia Por que tenho que trabalhar Atrasado para variar Semáforo quem disse que é fácil de atravessar Cara crachá na porta Elevador mais fila, décimo segundo andar Penalizado será que vão descontar Mesmo com desculpa Por que tenho que trabalhar Oito horas, um dia Uma semana, quarenta e quatro horas Um mês, duzentos e vinte horas Agonia, recebi que alegria Nada descontado, estou perdoado Por que venho trabalhar! Escrito   por Cícero Ribas

Bailarinos

Som sensibilidade absorvo Sutilmente ouso, faz parte de mim Movimentos saem naturalmente Passos são transformados em coreografias Ensaiadas quase que exaustiva Dor, cansaço, ritmo é só seguir meu compasso De olhos fechados já esta decorado Todos alegres sintonizados Transmitimos o desejado Emoção liberada em um palco Que apresentamos a vida é ela nos imita Por que a arte é amar dançar Liberar o que senti para a vida. Escrito por Cícero Ribas.

Destino

Distante continuo  Persisto,  Sigo Talvez seja o caminho Pedras Obstáculos, uma luta constante Derrotas já, não me abalam tanto Já sei quem sou Guerreiro Não ergo espada, nunca fiz guerra Embora já esteja blindado Vivo aprendendo Não temo, mal nunca desejo Pois o bem sempre levo comigo De peito aberto, p ois nele confio Escrito por   Cícero Ribas .

Sonho de aviador

Papel Empinei-te  capucheta  no ar Livre Passarinho batendo azas por ai Nuvens Cinzentas misturem-se ao vento empurrando Distante Deixando-nos com medo Sozinho Eu não vou te deixar Por que sou menino Meu sonho também é um dia poder Voar. Escrito por Cícero Ribas

Você me vê eu te vejo.

Delicada não é pedra Mas é esculpida Seus detalhes são raros Perplexa impossível de clonar Transparente não é água Mas é suave Alma pura embora adulta Forte não é liga Mas é mulher Manhosa e carinhosa Temperamento forte não é furacão Mas é independente já sabe o que quer Razão não é resposta Mas é coração Preencho todos os dias ocupando-o com esforço Linda não é objeto Mas é meu amor A inspiração para continuar vivendo. Escrito por Cícero Ribas .

caminho após varias estradas

Existem diversos encontros Que tentamos nos encaixar Todos estão ligados Mas só um pode compactar Entre tantos testados A uma linha Percorrida durante a vida Aprendemos, reaprendemos Enxergamos nossos erros Modificamos, transformamos, preparando-nos Sem marcar, nos esbarrar Em algo que já sabia, mas não conhecia Triste já nem acreditava Em minutos, Compatíveis Achei o caminho após varias estradas. Escrito por Cícero Ribas