Cícero Ribas
Sejam bem vindos! Ao mundo de Cícero Ribas, um poeta, letrista e amante da musica ...Embarque nesse viagem de magia e mistérios que ira desvendar ao ler a conhecer mais sobre o FAZEDOR DE SORRISOS............
terça-feira, 24 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
A esperança esta junto a mim
Se pudesse, roubar sua dor,
Absorveria, traria para mim
Transformaria em alegria
A esperança esta junto a mim
É incrível escutar sua voz
Só que seu silencio tortura,
Deixa-me incapaz
Não consigo deixar de te amar
A esperança esta junto a mim
A tristeza está em seus olhos
Por mais que finja sorrir
Seu que está com medo
Eu também.
Ser forte faz parte de nós
levantar e não fraquejar
mesmo que perca algumas batalhas
A esperança esta junto a mim.
Mas juntos vamos enfrentar.
Nossos sonhos um recomeçar
Brindar viver a vida
A esperança esta junto a NÓS.
Escrito por Cícero Ribas
domingo, 4 de março de 2012
Um novo recomeço
Pétalas caem, tristeza com tempo vão lhe deixar
Deve recomeçar,
Torço,
Torço,
Assistirei-te de longe viver, novamente o desabrochar.
Desperdicei o jardim que não reguei, tenho consciência que falhei
Hoje sofro, pois não tenho lar
Nem flores que eu possa cuidar
Quero viver
Reaprender a plantar a mesma semente
Que um dia você fez crescer
No meu coração.
Amor.
Escrito por Cícero Ribas.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Chuva
Cai
Em meu corpo, molhado ensopado
Estou
Vestes grudaram, colada sem ar
Respiro
De braços abertos recebendo você
Feliz
Agraciado purificado
Repleto de energias
Não a amargura que resista, beleza vinda dos céus
Vontade
De voltar a ser criança pra entrar na dança
Sem se preocupar
Com que dizem, falam ou vão falar
Pois louco, abobado é não curtir.
Escrito por Cícero Ribas.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Mulher
Sol, alegria
Ser belo contagia-me
Alma minha transparente
Não é preciso ser vidente
Arrepia-me um sorriso
Que não é exclusivo
Perco-me no céu
Azul Imenso, olhos que delicia
Amêndoas duas pérolas de formas assimétricas
Curvas milimétricas
Transpiração, cheiro já conheço o batom
Macia pele deslumbra é seda,
Brilha não é purpurina
Estrela guia-me anjo me fascina.
Escrito por Cícero Ribas
sábado, 2 de julho de 2011
Por que eu tremo
Por que eu tremo
Cubro-me com que tenho
Por que eu tremo
Cachaça não é água, mas é fogo ardente
Por que eu tremo
Enrosco-me em notícias quentes, timbradas no jornal
Por que eu tremo
Frio marca o tempo, o vento é mais gelado
Por que eu tremo
Sem banho não a resfriado, mas fico gripado
Por que eu tremo
Não estou dentro, vivo fora
Por que eu tremo
Sem dinheiro, fome e aconchego
Por que eu tremo
O inverno é inferno, rezo pelo verão
Por que eu tremo
Tento e lembro que a noite será novamente ao relento.
Escrito por Cícero Ribas
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Correria dura do dia dia
Amanhece já é dia
O sol me desperta embora ousa o despertador
Puxando - me para fora
Frio não quero, mas devo
Por que tenho que trabalhar
Banho renova- me
O caminho é longe as vezes cansa
Rápido, café pela estrada
Fila tenebrosa paciência
O jeito é esperar
Por que tenho que trabalhar
Horas de espera
Não se senta no metro
Cidade grande é correria
Caus.do dia dia
Por que tenho que trabalhar
Atrasado para variar
Semáforo quem disse que é fácil de atravessar
Cara crachá na porta
Elevador mais fila, décimo segundo andar
Penalizado será que vão descontar
Mesmo com desculpa
Por que tenho que trabalhar
Oito horas, um dia
Uma semana, quarenta e quatro horas
Um mês, duzentos e vinte horas
Agonia, recebi que alegria
Nada descontado, estou perdoado
Por que venho trabalhar!
Escrito por Cícero Ribas
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